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Semana Especial Tartarugas até Lá Embaixo | Meu livro Favorito do autor é?

Graziele Fontes

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John Green (1977) é um romancista e vlogger norte-americano, autor do best-seller “A Culpa é das Estrelas”, livro do seguimento chamado de Young adult – a literatura para adolescentes e jovens.

Hoje estou aqui para falar do meu livro favorito de John Green e escolher um livro do autor como o preferido é cruel para quem gosta de todos os livros dele, até porque cada uma de suas obras transmite uma mensagem diferente, o que torna injusto falar sobre o favorito, levando em consideração que cada mensagem de seus livros é atingido de uma forma em cada um de nós.

Eu vou falar de um livro do autor que li mais de 3 vezes, vi o filme mais vezes do que posso contar e que em todas as vezes me fez chorar, mesmo sabendo tudo o que vai acontecer.

Que fique muito claro a vocês que eu gostei de todos eles, cada um de um jeito diferente, mas não podia deixar de falar aqui sobre A Culpa das Estrelas, pois não tive o prazer de sequer fazer uma resenha, mas que tenho muita vontade de contar a minha experiência enquanto o lia. Antes de falar sobre o livro, o que eu senti e por que o escolhi para ser comentado aqui, peço que leiam os livros do autor, pois todos os livros de John Green, nos remete a uma realidade sobre os adolescentes que temos atualmente, com seus problemas muito mais adulto do que os nossos há alguns anos. John escreve com propriedade sobre os adolescentes e deve ser levado em consideração. Seus personagens têm em média, 16 e 17 anos, mas algumas características deles, vejo em meu sobrinho de 13 anos. É incrível o quanto John sabe captar os adolescentes de uma forma muito realista.

Agora é a hora de falar por que A Culpa é das Estrelas é o meu favorito (fique sabendo que estou fazendo esse texto sentindo meu coração arder por só poder escolher um)

Quando li o livro, há alguns anos, eu trabalhava como recepcionista em um polo cinematográfico e, claro, como toda recepcionista sempre há uma colega de trabalho que fala mais do que uma maritaca. Lembro que estava muito quente e sol irradiando do lado de fora e havia acabado de comprar o livro nas americanas que ficava perto de onde eu trabalhava e A Culpa É das Estrelas era o livro que mais queria ler nos últimos tempos, afinal, todo mundo estava falando sobre ele, minhas amigas comentavam sobre ele e, confesso, que foi com este livro que descobri o autor.

Abri o livro e já me peguei sorrindo, concordando com o drama da personagem, mas quando os olhos de Hazel Grace e Augustus Waters se encontraram, e todo aquele contato demorado, cheios de arqueios de sobrancelhas, sugestões sendo transmitidas, fui capturada pelo romance e, embora a minha colega de trabalho não parasse de me chamar “Grazi, Grazi, Grazi, Grazi” (meu apelido) e quase rasgar minha blusa de tanto puxá-la pedindo atenção, mesmo com tantas interrupções, o livro me pegou de um jeito incrível no primeiro capítulo.

Eu sempre fui considerada a inteligente da família, a pesquisadora de tudo desde os tempos da escola e foi impossível não me encontrar em Hazel Grace na minha adolescência, usando palavras difíceis e mostrando meu lado nerd. Eu era aquela aluna que até corrigia o professor em sala de aula de tão intrometida que eu era…

A história de Hazel Grace e Augustus Waters me ensinou muitas coisas. Eles me ensinaram que não podemos sofrer uma doença ou qualquer coisa de ruim que acontece na nossa vida, como se fosse o fim e se esquecer de viver. Eu jamais vou me esquecer disso, ainda mais por ter sofrido recentemente algo muito ruim, que desestruturou toda a minha família. É por causa do que eles ensinaram que não desisti e continuei lutando, claro que, a cada dia, é uma luta acordar e sair da cama, mas eles me ensinaram que não devemos desistir até que o último suspiro aconteça.

É por isso que hoje falo de A Culpa é das Estrelas e o considero um dos meus favoritos, embora esteja totalmente dividida quanto a isso, pois acho que gosto mais de Tartarugas Até Lá Embaixo.

Conhece todos os livros do autor? Então diga-nos qual o seu livro favorito e por quê?

Veja nossa resenha da nova obra do autor, Tartarugas Até Lá Embaixo e aproveite para comprar o livro, pois ele é fantástico.

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Coringa faz historia e Marvel fica apagada no Oscar 2020

A DC Comics abriu um patamar importante… Bilheteria não quer dizer Oscar e muito menos cinema.

Edi

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O que falar de Coringa… O filme que alguns criticos tentaram marginalizar, dizendo que poderia gerar brigas e morte em salas de cinema, o filme que os fãs da DC no inicio diziam ser “desnecessário”, o filme do gênero que muitos diziam estar acabando com o cinema.

Coringa, um sucesso de público classificado como R, liderou a lista de indicações ao Oscar, tornando-se o raro filme de quadrinhos a ser um sucesso entre os eleitores do prêmio, e o maior filme de quadrinhos da historia do Oscar. O candidato a melhor filme ganhou 11 indicações.

Vingadores: Ultimato foi o filme de maior sucesso da Marvel Estúdios, e a maior bilheteria da historia do cinema e teve apenas uma indicação. Apesar das bilheterias entre os dois filmes terem um abismo de diferença, Coringa se tornou o filme mais lucrativo de todos os tempos e isso com uma classificação elevada, 16 anos no Brasil, 18 nos EUA.

Parece que a formula Marvel já não é mais suficiente para manter os bons números do estúdio daqui pra frente, o sucesso de Coringa deixa claro que cinema pode ser muito bem casado com um filme de quadrinhos (LOGAN FOI UM BOM EXEMPLO). Porém a DC abriu um patamar importante… Bilheteria não quer dizer Oscar e muito menos cinema.

Apesar de toda a pompa para o encerramento de um série de filmes iguais durante 10 anos, a Marvel mostrou um roteiro raso para Vingadores: Ultimato.

Mesmo com as enormes diferenças entre concepção de produto, podemos determinar que a DC e a Warner Bros. foram muito corajosas de permitir que o diretor Todd Phillips usasse um dos personagens mais importantes dos quadrinhos e fizessem um filme independente, isso não apaga os erros do passado, mas mostra que estão no caminho certo.

Do outro lado, temos um estúdio que recentemente demitiu o diretor de Doutor Estranho 2 por diferenças criativas. Estúdio com diferenças criativas com o diretor do filme, Marvel.

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cinema

Coringa | Sites chamam The Hollywood Reporter de “mentiroso”

A jornalista Tatiana Siegel, do THR, disse no Twitter que não vai voltar atrás sobre a informação publicada por ela.

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As notícias sobre a sequencia do filme Coringa vieram inicialmente do site The Hollywood Reporter, porém dois grandes sites de cinema dos EUA chamaram o site de promover click baits “noticias falsas baseadas em fatos que aconteceram” para promover o conteúdo.

O Deadline alega que o THR – que uma semana após a abertura do Coringa, Phillips se encontrou com Toby Emmerich, chefe da Warner Bros para apresentar um portfólio de histórias de origem de personagens da DC, o Deadline afirma que a historia é tão falsa quanto as histórias anteriores de Martin Scorsese sobre a direção do primeiro filme Coringa.

Scorsese originalmente seria um produtor, mas desistiu por causa de sua agenda lotada. Várias fontes disseram que não houve uma reunião entre Phillips e Emmerich no dia 7 de outubro, e que Phillips não quer supervisionar outros filmes de personagens da DC. O que ele falou em entrevistas é que, quando Coringa estava no início, houve discussões sobre uma iniciativa da DC Black. 

Em vez disso, ele se concentrou no Coringa. Isso foi há muito tempo atrás. Phillips tem um histórico de ser seletivo: depois que The Hangover começou a bater recordes em filmes classificados como R, ele não procurou transformar sua empresa em uma fábrica de comédia.

O site The Wrap afirma que ouvindo outra fonte, confirma a informação do Deadline, que não houve reunião e que Phillips não apresentou planos para outras histórias de origem de vilões da DC. Outro indivíduo diz que qualquer conversa é preliminar, na melhor das hipóteses, sem nada concreto.

A jornalista Tatiana Siegel, do THR disse no Twitter que não vai voltar atrás nas suas informações publicadas por ela no site.

Segundo estes sites o site The Hollywood Reporter inventou a noticia como bait clique, termo para pescar pessoas, mas com conteúdo geralmente falso.

Coringa segue sem sequencia definida e Phillips não sera o arquiteto de filmes da DC Comics.

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cinema

Todo o amante de cinema deveria lutar pela Snyder Cut

O movimento não é sobre um filme de quadrinhos, mas sim de liberdade no cinema.

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Já se passaram alguns anos desde que a versão desmantelada da Liga da Justiça foi lançada nos cinemas – um filme que teve inicialmente nas mãos de Zack Snyder e depois, devido o suicídio de sua filha, foi substituído por Joss Whedon.

Depois disso, o longa foi refilmado com acréscimos de cenas mas, no geral, o trabalho original de Snyder foi destruído.

E independente do quanto você possa amar ou odiar o cineasta, uma coisa é fato: o movimento na web pela “Snyder Cut” da Liga da Justiça está atingindo patamares incríveis.

Recentemente, o ator Ryan Reynolds (Deadpool) curtiu um post sobre o pedido pela versão do diretor. A atriz indiana Huma Qureshi também manifestou seu apoio.

Jason Momoa (Aquaman) disse que viu a versão de Zack Snyder da Liga da Justiça. Isso nos leva a crer que o filme de certa maneira está pronto, porém pode ser que não esteja totalmente finalizado. O movimento nas entrelinhas é muito mais do que um grupo de fãs birrentos: Um filme para ser feito precisa de muitas aprovações e isso envolve produtores, executivos e investidores. O que na prática torna os filmes muitas vezes um não-retrato puramente artístico do diretor e do roteirista.

Nos filmes do Marvel Studios – como já bem sabemos – Kevin Feige é o homem que põe dedo em todas produções, o que tira um pouco da liberdade artística dos diretores e roteiristas… Na Disney então, nem se fala! Enquanto isso, a DC teve clássicos casos de interferência em Batman v Superman, Esquadrão Suicida e na Liga da Justiça. Consequentemente, todos estes filmes que a Warner mexeu foram mal de desempenho nas bilheterias.

É verdade que Christopher Nolan e alguns diretores tiveram carta branca para fazerem o filme que quiserem com os personagens da editora, porém essa liberdade artística se limita a seleto grupo. Assim, o movimento ‘Snyder Cut’ não sobre um filme de quadrinhos, mas sobre a liberdade no cinema.

Para meu espanto, já vi críticos de cinema de nome no Brasil, desconsiderando este movimento. Na minha cabeça não entra a ideia de que amantes de cinema são os maiores defensores de censura, justamente na área que atuam.

Em recente debate no Twitter com o jornalista Thiago Romariz, disse que por mais que Batman v Superman tenha sido um filme que não tenha tido a aceitação esperada, ele ao menos foi uma tentativa de fazer algo diferente do que a Marvel vinha fazendo (que nas palavras do cineasta Martin Scorsese “não é cinema”).

E atualmente – com excessão recente de Coringa – temos “duas Marvel” no cinema uma vez que, por mais que Aquaman tenha feito seu bilhão, isso se deve graças à fórmula desenvolvida por Feige, do qual o longa dirigido por James Wan bebeu bem.

Não importa qual a sua editora favorita. O importante é entender que todo o artista precisa de liberdade criativa e é disso que o movimento ‘Snyder Cut’ se trata. Todo o artista deveria ter direito de promover e exibir sua obra conforme ele imaginou.

A visão de Zack talvez nem melhore o filme… talvez seja uma versão pior do que a exibida nos cinemas (o que duvido muito), mas as pessoas precisam entender que o movimento vai além disso.

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