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TERREMOTO: A FALHA DE SAN ANDREAS (2015)

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Achei normal.
Pra mim, a queda da moça foi bem retratada. É meio difícil, pelo menos pra mim, comentar sobre a minha parte favorita do filme, pois estarei sendo atrevida cometendo SPOILER. Prometo tentar.

Gostei do filme, mas infelizmente achei normal. Assim como Os Vingadores, não me surpreendeu. Acredito que muitos de vocês irão dar “piti” por eu não ter achado Os Vingadores lá essas coisas, mas acreditem… Fiquei tão indignada com isso quanto vocês.

Terremoto não me surpreendeu pelo fato de ser uma história comum. Já sabemos o começo, o meio e o fim.

O final do filme me fez lembrar de Eu Sou a Lenda, estrelado por Will Smith.
Me senti assistindo O Dia Depois de Amanhã. A diferença estava apenas nos atores, que são mais novos, mas a vibe do filme era a mesma.

Eu realmente gostaria de me surpreender e confesso que gostaria de chorar um pouquinho também.

A impressão que eu tive com respeito ao filme foi de ter alguém tentando enfiar uma história que já sabemos nos mínimos detalhes, nessa garotada preconceituosa, que não assiste aos antigos porque “são filmes de gente velha”.
Não me emocionei nem um pouco.

Pra não ser A Chata da Cabana, digo a vocês que gostei dos efeitos especiais no começo do filme. Mas só no começo.

Acreditei que Ioan Gruffudd ia ser o mocinho correndo pra salvar as 101 bolinhas pintadinhas de pelo, mas ele era só mais um carinha egoísta que todo filme precisa ter porque sim.

Eu realmente fiquei animada quando vi ele ali. Na hora levei um susto, porque, gente, é estranho ver alguém que você está acostumado a salvar vidas dando uma de covarde e ser morto por um container. Eu entendo o desespero dele, mas acho que qualquer  justificativa pra abandonar uma felina daquela não é válida.

Papai Rock estava excelentemente fofo pra mim. Não sei se gosto realmente da forma que ele realiza seu personagem, mas ficava apaixonadinha a cada cena. Sei que é coisa de menininha, mas o cara manda super bem.
Não vemos apenas um cara forte e com os cabelo ao vento, até porque ele não tem. Vemos um tipo de herói não sabendo lidar com a perda, assim como muitos. Um herói de verdade.

Alguém, por favor,  marca um encontro entre a Daddario e o Richard Roxburgh da próxima vez que ela tiver que morrer afogada porque não tava dando.

Carla, Emma, Em ou como você preferir,  parecia que havia acabado de sair de um Dead Island da vida. Ainda estou com o Sucker Punch na cabeça, mas ok.

Meus pontinhos positivos: Fotografia, efeitos especiais e cor.

Vamos dar um OK para Taylor Swift que fez uma pontinha no filme presenceando um quase falecimento de uma das personagens, que inclusive te faz quebrar a cara achando que a história gira em torno dela.

A estética dele está muito bonita. Assim como no Mad Max: A Estrada da Fúria, a cor dele combinou comigo, simplesmente pelo fato “Eu sei aonde estou, o porque de estar de eu estar aqui e estou ciente de tudo que está acontecendo a minha volta.”

Digo isso por muitos filmes que assisto. Esses dois filmes não eram escuros.
Já assisti a filmes e me arrependi de ter assistido no cinema. Foi o caso de Alice no Pais das Maravilhas. Era tudo colorido, porém, escuro.

Não foi o caso de Malévola e O Mágico de Oz, que apesar de ter uma atmosfera meio gótica, ainda assim consegui me localizar bem e relaxar enquanto assistia.

Sei que estamos falando de diretores diferentes, mas é só um exemplo. Sei também que a cor é muito importante para dar sentido ao filme, mas é uma coisa minha.

A falta de câmeras lentas deixou a coisa bem mais real. Curti no comecinho, mas com o passar do filme, fui percebendo que ficaria bobo, talvez.

Finalizando o meu ponto de vista fresco, indico os filmes LOOPER (2012), OS VIGARISTAS (2008) E IMAGINE (com Al Pacino que lançará 7 de setembro de 2015). Todos do Steve Yedlin, que é o diretor de fotografia do filme.
Pra quem não entendeu o motivo de ter mencionado Roxburgh: Ele fez um filme que me fez começar a gostar de cinema e de biologia. Santuário de Alister Grierson.

Se você assistir esse filme, vai entender, saber e talvez até concordar com o que falei acima.

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Crítica | Os 7 de Chicago “falha em transportar o roteiro para a tela”

O recorte de Sorkin soa muito mais como um apelo por empatia sem justificativa e nem razão narrativa para existir.

Davi Alencar

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O ano é 1968 e os Estados Unidos fervilham com o ritmo da sangrenta Guerra do Vietnã. Em meio a esse ambiente, movimentações estudantis começam a agir contra o recrutamento de jovens para o campo de batalha. Os 7 de Chicago, novo lançamento de Aaron Sorkin pela Netflix, conta a história de sete réus acusados de conspiração, formação de quadrilha e incitação de revolta pelo governo estadunidense ao organizar uma manifestação que não acabou nada bem.

O filme marca a segunda tentativa de Sorkin na direção e visivelmente pega emprestado muito da estrutura de A Rede Social (David Fincher, 2010), filme no qual ele é roteirista. A tática de se apoiar em um julgamento para desenrolar fatos passados é interessante, mas ele não consegue obter o mesmo êxito de Fincher e falha em trazer para a tela a complexidade e o ritmo que seu roteiro inspira.

Infelizmente, essa parece ser a sina do diretor. Enquanto sua habilidade de escrita é impecável, principalmente o modo que ele usa os diálogos para arquitetar o desenrolar de uma cena, sua proficiência em coordenar a estética e a linguagem do filme são bem rasas. Seu trunfo é sempre a fala e a impressão que fica é de que suas histórias só funcionam efetivamente como cinema quando tem alguém para “controlá-lo”. Em suma, sua dificuldade é transformar o roteiro em fotografia.

Essa conclusão é bem frustrante já que tanto o cenário quanto a história que escolheu contar são fascinantes. O Vietnã foi um período muito marcante dentro do imaginário popular dos EUA e usar isso para evidenciar como a força policial pode ser ainda mais nociva quando defende os interesses do estado tem um significado bem rico. O filme não passa nenhum sinal dessa opressão a não ser quando efetivamente cumpre o clichê.

Inserir algumas imagens reais dos protestos de 68 é o máximo de personalidade que aspira ter. Spike Lee faz algo bem parecido em Destacamento Blood (2020) e, enquanto a sua versão é uma pausa no filme para honrar a imagem e os nomes de negros que morreram em decorrência dessa guerra sangrenta, o recorte de Sorkin soa muito mais como um apelo por empatia sem justificativa e nem razão narrativa para existir.

O final é tão clássico quanto pode. Uma cena com um teor altamente inspirador encerra a obra com uma série de letreiros para indicar o que aconteceu depois. Uma mesma versão disso ocorre no começo, quando cada personagem recebe uma breve descrição em tela com seu nome e função. Isso é uma prova de que nem o roteiro é tão irretocável e, mesmo com sua verborragia, não consegue desenvolver o básico desses seres sem apelar para um recurso gráfico.

Pode-se dizer que um dos seus pouco acertos é na figura do antagonista. O juíz Julius Hoffman é tão odioso quanto alguém que personifica os interesses do estado deve ser. Ele é uma peça chave onde o filme funciona melhor e sabe criar no tribunal esse senso de causa perdida. De uma maneira muito superficial dá para lembrar de Filadélfia (Jonathan Demme, 1993) no embate entre duas forças tão diametralmente opostas.

Os 7 de Chicago é uma grande isca pro Oscar e marca a tentativa da Netflix em vencer mais prêmios. Infelizmente, por mais que a história seja boa, ele não sabe utilizar a cinematografia para criar um resultado favorável e acaba atingindo uma superficialidade decepcionante. Em um paralelo com outro grande lançamento da plataforma, Estou Pensando Em Acabar Com Tudo (Charlie Kaufman, 2020), falta transformar esse amontoado de ideias legais em um filme propriamente dito.

Os 7 de Chicago esta disponível na Netflix.

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Michael B. Jordan será produtor do novo filme do Super Choque

Nesta sexta-feira (16) a Warner Bros anunciou que a grande estrela Michael B. Jordan será produtor do longa através de sua produtora Outlier Society.

Davi Alencar

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A produção do novo filme de Super Choque começa a ganhar forma. Nesta sexta-feira (16) a Warner Bros anunciou que a grande estrela Michael B. Jordan será produtor do longa através de sua produtora Outlier Society.

O longa anunciado no DC Fandome também terá Reginald Hudlin ao lado de Jordan.

“Estou orgulhoso de ser parte desse novo universo centrado em super heróis negros. A nossa comunidade merece isso.” Disse o ator em uma entrevista para o The Hollywood Reporter. “A Outlier Society se compromete em trazer conteúdos com diversidade dos quadrinhos para todas as demais plataformas e estamos animados pela união com Reggie e a Warnes Bros para esse primeiro passo.”

Super Choque conta a história de Virgil Hawkins, um menino negro que ganha poderes eletromagnéticos depois de ser exposto a um gás desconhecido. Ele tem que experienciar as problemáticas disso se relacionando diretamente com o ambiente urbano que habita.

Fora os dois produtores, inclusive Hudlin está responsável pela próxima série de quadrinhos do heróis, ainda não foi revelado nada da produção. Ao que tudo indica, esse pode ser o início de um novo selo de filmes de herói a Warner, mas ainda é muito cedo para afirmar qualquer coisa.

Mesmo assim, os fãs não deixam de especular e os mais cotados para o papel de Virgil são Jaden Smith (À Procura da Felicidade) e Caleb McLaughlin (Stranger Things).

Por enquanto ainda não há uma data de estreia para as eletrizantes aventuras de Super Choque nas telonas do cinema.

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A Voz Suprema do Blues | Último filme de Chadwick Boseman ganha posters

Nesta última quinta-feira (15) a Netflix liberou uma série de posters individuais das personagens de seu novo filme, A Voz Suprema do Blues.

Davi Alencar

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Nesta última quinta-feira (15) a Netflix liberou uma série de posters individuais das personagens de seu novo filme, A Voz Suprema do Blues.

Confira a sinopse: Chicago, década de 1920. A tensão só aumenta entre os músicos que aguardam em uma claustrofóbica sala de ensaio a lendária e revolucionária “Mãe do Blues”, Ma Rainey. Atrasada para a sessão de gravação, Ma trava uma batalha com seu produtor e empresário branco em defesa do controle sobre sua música. Enquanto a banda espera, o ambicioso trompetista Levee – interessado na namorada de Ma e determinado a trilhar seu próprio caminho na indústria da música – faz o clima esquentar entre os músicos com uma profusão de verdades e mentiras que mudarão para sempre o rumo da vida de todos.

Com direção de George C. Wolfe e roteiro de Ruben Santiago-Hudson, o filme ainda conta com a produção de Denzel Washington e Todd Black e a trilha do ganhador do Grammy, Branford Marsalis. O elenco é de peso com nomes como Chadwick Boseman, Viola Davis, Colman Domingo, Glynn Turman, Michael Potts, Taylour Paige e Dusan Brown.

O filme foi o último de Boseman antes de partir precocemente por um câncer de cólon. A cereja do bolo de uma carreira irretocável que deixou muitas saudades.

A Voz Suprema do Blues chega na Netflix 18 de dezembro.

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