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Warner esta proibindo festivais de Harry Potter em todo o EUA

Uma fã da Filadélfia, Sarah McIntyre, acha que é ridículo para a Warner Bros. direcionar os festivais.

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A Warner Bros. está reprimindo os festivais locais de fãs de Harry Potter em todo os EUA, dizendo que é necessário interromper a atividade comercial não autorizada. Os fãs, no entanto, compararam a mudança com os Dementadores, que sugam a alegria da diversão, enquanto diretores do festival dizem que vão transformar os eventos em celebrações genéricas de magia.

“É quase como se a Warner Bros. fosse dominada por Voldemort, tentando usar a magia negra para destruir a luz de uma cidadezinha”, disse Sarah Jo Tucker, uma estudante de 21 anos no Chestnut Hill College, que hospeda um Torneio de Quadribol que coincide com o festival suburbano anual de Filadélfia.

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Philip Dawson, diretor do distrito comercial de Chestnut Hill, disse que a Warner Bros. entrou em contato com seu grupo em maio, informando que novas diretrizes proíbem o uso de nomes, lugares ou objetos da série pelos festivais.

“Foi muito rapido e não vamos realizar mais qualquer coisa este ano como foi nos anos anteriores”, disse ele. O festival do final de outubro atraiu cerca de 45 mil fãs no ano passado.

Diretores do festival de todo o país, inclusive em Aurora, Illinois, e Ithaca, Nova York, também foram informados de que as novas diretrizes proibiriam muitas das atividades com o tema Potter, que normalmente são eventos gratuitos.

É tudo sobre como proteger a marca.

“A Warner Bros. está sempre satisfeita em saber do entusiasmo dos fãs de Harry Potter, mas estamos preocupados, e nos opomos, quando as reuniões de fãs se tornam um veículo para atividades comerciais não autorizadas”, disse a empresa.

Os fãs do festival de Filadélfia foram ao Twitter para tentar pedir autorização a J.K. Rowling afim de salvar o festival. Uma porta-voz da autora disse que não tem comentários sobre o assunto.

Uma livraria de Los Angeles chamada “Whimsic Alley” foi processada pela empresa por causa de suas mercadorias abertamente de Hogwarts, de sapos de chocolate a cachecóis da Grifinória. Eles venceram, mas a loja acabou fechando no ano passado.

Uma fã da Filadélfia, Sarah McIntyre, acha que é ridículo para a Warner Bros. direcionar os festivais.

“Eles estão agindo como os Dursleys”, disse a professora de yoga e contadora de 34 anos. Ela disse que eles deveriam estar encorajando as comunidades a trazer Harry Potter à vida. “Criar interesse na franquia aumentaria a receita”, disse ela.

No Brasil, por enquanto, os dementadores da Warner não deram as caras

Fonte: THR

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Liga da Justiça | Versão do Snyder NÃO É PRA SALVAR VERSÃO DO CINEMA

Esta versão nunca se tratou de salvar um filme fracassado nos cinemas.

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Parece óbvio falar isso e parece que muitos gostam de ignorar, mas a versão de Zack Snyder nunca se tratou de salvar o filme da Liga da Justiça que foi para os cinemas.

O movimento #ReleaseTheSnyderCut nunca se tratou de SALVAR uma versão do filme, fracassada, liderada por Joss Wheldon, mas sim (como praticamente todos os fãs já sabem) saciar o desejo de muitos fãs de verem qual era a proposta de Snyder.

Alguns jornalistas porém insistem em sentenciar a liberação do filme como mero objeto de fãs birrentos que não aceitam a versão que foi para o cinema, quando ninguém, absolutamente ninguém que participou do movimento se baseou nisso.

David Ayer, diretor de Esquadrão Suicida, admitiu que a Warner mexeu sim na montagem do filme original. Rumores também aconteceram sobre o filme Mulher-Maravilha: segundo disseram alguns insiders, o estúdio queria remover a cena Terra de Ninguém, porém a diretora Patty Jenkins conseguiu mudar a visão do estúdio sobre o conceito. Ou seja, intervenções absurdas mas que aparentemente jornalistas e alguns fãs inconformados com a alegria de outras pessoas (milhares) se sentem no direito de legitimar.

A versão do Snyder da Liga da Justiça, como dito à exaustão em um artigo que escrevi no ano passado, não se trata apenas de um mero capricho – TRATA-SE da liberdade artística, a mesma liberdade que críticos de cinema, jornalistas, influencers e etc… adoram desfrutar, mas entendem que nem todos deveriam ter.

Uma vez uma jornalista de um grande veículo de comunicação, em uma crítica em vídeo do filme Dunkirk, disse o seguinte: “Se você achou este filme uma obra de arte, então você não sabe o que é uma obra de arte…”. Com todo o respeito e carinho, foi dito a ela que uma obra de arte não é o que ela define. Conceitos artísticos mudam a todo o momento, muitos artistas foram só reconhecidos décadas após a sua morte, no cinema o próprio Laranja Mecânica foi banido no Reino Unido para depois se tornar uma das obras mais aclamadas do cinema. Conceitos artísticos mudam conforme o tempo, mas se vamos dizer que conceitos artísticos mudam conforme vão ficando envelhecidos, não devemos aplicar este conceito apenas a coisas que gostamos ou artísticas que valorizamos, o conceito de arte é amplo e vai além da sua análise.

Zack Snyder (você querendo ou não, e pode espernear a vontade) é um artista e deve ser valorizado como qualquer outro, a mesma valorização que que damos aos diretores da Marvel e qualquer outro no meio do entretenimento deve ser dada ao cineasta. Partindo disso, porque faria sentido jornalistas que analisam arte e vivem muitas vezes dela, fariam artigos deslegitimando um movimento que chegou a ajudar uma campanha de prevenção ao suicídio, sem qualquer motivo aparente?

Pior… Sentenciando um trabalho que nem foi finalizado? Ou você é jornalista ou fez aula de adivinhação com a professora Sibila Trelawney?

Quando pessoas enchem o peito para falar que devemos valorizar a nossa cultura (brasileira) alguns destes gostariam de silenciar artistas… Disse um amigo meu: “isso não é censura”. Não chega a ser censura, mas deslegitimar qualquer tipo de arte é uma especie de ‘censura’, até mesmo aquela arte que você desconsidera.

A Snyder Cut da Liga da Justiça na HBO Max chega em 2021 para sentenciar dois pontos que incomodam demais certas pessoas: Primeiro, o de valorizar os fãs e, segundo, porque valoriza o artista Zack Snyder e isso pode ser uma mudança de paradigma no cinema.

Muitos disseram que isso era uma jogada da Warner para ganhar mais dinheiro dos fãs. Mesmo se for, qual seria o problema ? A Disney ganha milhões colocando Baby Yoda em série de Star Wars e não lembro de apenas ela está autorizada a fazer isso.

No final das contas, podemos escrever uma tese de doutorado sobre a Snyder Cut (não duvido que tem gente que vai fazer) que algumas pessoas não vão querer entender.

A verdade é que os fãs ganharam, a Warner e Zack Snyder também e os perdedores nesta história são apenas os que querem se sentir assim.

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As curtas histórias tocantes de Otsuichi com a arte impecável de “Another”

Mai Inoue

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Uma oportunidade perfeita para explorar contos com temas sobrenaturais são as obras adaptadas de Otsuichi pelo artista de “Another”, Hiro Kiyohara, que marcou ao ilustrar a obra de Yukito Ayatsuji na revista japonesa Young Ace que deu a base para o lançamento do anime em 2012.

Kiyohara e Oitsuichi se mantém em uma incrível sincronia nos dois dramas Só você pode ouvir (Kimi ni shika kikoenai) e Feridas (Kizu). Apesar de serem contos do início da carreira de escritor de Otsuichi, conseguem realmente conquistar e comover com sua arte expressiva e detalhada.

Em Só você pode ouvir, acompanhamos a vida bem monótoma de Ryo Aihara, uma das, se não a única de sua escola que não possúi um telefone celular. Tímida e sem amigos, ela quase não é notada pelas colegas, já que não tem um meio de se comunicar e interagir com outros estudantes e não leva jeito pessoalmente.

Ryo passa a imaginar como seria ter seu próprio celular e o mantém em sua mente sempre, até que um dia ela recebe uma chamada misteriosa em seu celular imaginário, conhecendo uma jovem adulta e um rapaz de sua idade chamado Shinya com o mesmo telefone imaginário, podendo se comunicar com eles, se desenrolando em uma bela amizade. Segundo o autor, ele mesmo tem um pouco de vergonha dessa história por ser uma das primeiras que escreveu, porém a arte de Hiro Kiyohara o deixou apaixonado pelos próprios personagens. Mudando um pouco de realidade, em Feridas conhecemos o problemático Keigo, que devido a brigas com outras crianças que zombam de suas cicatrizes, acaba parando na turma de alunos especiais, onde se reúnem crianças de diversas idades com problemas semelhantes de socalização e/ou aprendizado.

Quando ele se familiariza com a classe e se mostra um menino cuidadoso com os menores, um novo aluno chamado Asato é apresentado a turma. Apesar de ser um garoto bonito, Asato era estranhamente mais quieto que os outros e, vendo que isso estava começando a incomodar os adultos, Keigo simpatiza com o novato. No final de uma aula, Keigo acaba se machucando na presença apenas de Asato, que se aproxima pela primeira vez de alguém, tocando o braço ferido de Keigo, passando a ter uma ferida menor, porém com Asato desenvolvendo o mesmo machucado. Logo, ele nota o porque de Asato ser um garoto especial: ele pode tomar para si, a ferida de outras pessoas com apenas contato físico.

Os dois passam a ser mais próximos e ajudar os colegas menores com pequenos machucados, enquanto ainda lidam com seus respectivos lares abusivos, a evolução do poder de Asato e como ele passa a usá-lo mantendo segredo de Keigo. Otsuichi comenta que a ideia surgiu ao ler sem compromisso um livro de uma psicóloga infantil americana e se apaixonar com a forma que ela tratava e contava a história de crianças especiais e devorar todos os livros da autora.

Não são as únicas obras adaptadas de Otsuichi, que inclusive, foram publicadas no Brasil pela JBC dando a oportunidade de adicioná-las a sua estante com 4 páginas iniciais coloridas.

Hiro Kiyohara é uma grande inspiração pra mim e foi ótimo escrever um pouco dessas obras pra vocês.

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Coringa faz historia e Marvel fica apagada no Oscar 2020

A DC Comics abriu um patamar importante… Bilheteria não quer dizer Oscar e muito menos cinema.

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O que falar de Coringa… O filme que alguns criticos tentaram marginalizar, dizendo que poderia gerar brigas e morte em salas de cinema, o filme que os fãs da DC no inicio diziam ser “desnecessário”, o filme do gênero que muitos diziam estar acabando com o cinema.

Coringa, um sucesso de público classificado como R, liderou a lista de indicações ao Oscar, tornando-se o raro filme de quadrinhos a ser um sucesso entre os eleitores do prêmio, e o maior filme de quadrinhos da historia do Oscar. O candidato a melhor filme ganhou 11 indicações.

Vingadores: Ultimato foi o filme de maior sucesso da Marvel Estúdios, e a maior bilheteria da historia do cinema e teve apenas uma indicação. Apesar das bilheterias entre os dois filmes terem um abismo de diferença, Coringa se tornou o filme mais lucrativo de todos os tempos e isso com uma classificação elevada, 16 anos no Brasil, 18 nos EUA.

Parece que a formula Marvel já não é mais suficiente para manter os bons números do estúdio daqui pra frente, o sucesso de Coringa deixa claro que cinema pode ser muito bem casado com um filme de quadrinhos (LOGAN FOI UM BOM EXEMPLO). Porém a DC abriu um patamar importante… Bilheteria não quer dizer Oscar e muito menos cinema.

Apesar de toda a pompa para o encerramento de um série de filmes iguais durante 10 anos, a Marvel mostrou um roteiro raso para Vingadores: Ultimato.

Mesmo com as enormes diferenças entre concepção de produto, podemos determinar que a DC e a Warner Bros. foram muito corajosas de permitir que o diretor Todd Phillips usasse um dos personagens mais importantes dos quadrinhos e fizessem um filme independente, isso não apaga os erros do passado, mas mostra que estão no caminho certo.

Do outro lado, temos um estúdio que recentemente demitiu o diretor de Doutor Estranho 2 por diferenças criativas. Estúdio com diferenças criativas com o diretor do filme, Marvel.

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