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Alexia Menezes

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Chegamos no tão esperado dia de estreia do Worlds 2020 nesta sexta-feira (25) e já podemos dizer que não é nada do que esperávamos. A equipe brasileira INTZ abriu o Campeonato contra a MAD Lions, a favorita do grupo e mostrou que tem um grande poder para mostrar no Mundial, mesmo com a derrota. Confira como foram os jogos de hoje:

1º Jogo: MAD 1-0 INTZ

O primeiro jogo do dia foi um dos mais bem feitos de todas as campanhas brasileiras em Worlds desde 2016, com a campanha também da INTZ. Os intrépidos começaram bem, mesmo com o nervosismo que deixou o Tay em maus lençóis na rota do topo, eles não se abalaram e fizeram um jogo emocionante. Porém, alguns erros e falta de posicionamento por parte do RedBert decretaram a derrota da INTZ. Você pode ler mais sobre os jogos da INTZ aqui.

2º Jogo: PSG 1-0 Rainbow 7

O segundo jogo do dia foi um dos mais divertidos e intensos do dia. A PSG Talon que jogou “desfalcada” por usar reservas devido a problemas que os titulares enfrentaram e não puderam comparecer, deram um show e mostraram que não estão aqui para brincadeira. Mesmo sendo um jogo completamente fora do comum, apelidado pela famosa “rinha de bronze”. Aloned, meio da R7 tentou fazer alguma coisa, mas infelizmente a PSG já estava muito forte e acabou cravando sua vitória em um atropelo absoluto.

3º Jogo: Legacy 1-0 INTZ

O terceiro jogo do dia e o segundo do time intrépido, começou com o caçador Shini e seu Volibear forçando o jogo dentro da selva inimiga e tentando parar o Bapip, mas a Legacy soube virar o jogo em suas rotações intensas e buscas por pickoffs em cima do micaO, atirador da INTZ e decretar a segunda derrota do time brasileiro do dia.

4º Jogo: PSG 1-0 LGD

Mais uma vez a PSG mostrou que veio para atropelar neste Mundial, desta vez, a equipe chinesa LGD que ninguém esperava ser apagada por uma equipe com três reservas. O jogo foi totalmente dominado pelo Hanabi, com lutas bem executadas e bom controle de dragão e outros objetivos. A derrota da LGD foi decretada em 35 minutos.

5º Jogo: Team Liquid 1-0 MAD Lions

O último jogo do dia foi um clássico entre Europa x América do Norte. Mesmo com um bom início de jogo, a Eve do Shadow não estava bem desde o jogo contra a INTZ e acabou dando muito espaço para a Liquid crescer e fazer pressão no mapa todo, vencendo a MAD e levando a vitória para sua estreia no Mundial.

Com os resultados dos jogos de hoje, as tabelas ficaram assim:

GRUPO ATimeJogosVitóriasDerrotas
1Legacy110
2Team Liquid110
3MAD Lions211
4SuperMassive000
5INTZ202
GRUPO BTimeJogosVitóriasDerrotas
1PSG Talon220
2Unicorns of Love000
3V3000
4LGD101
5Rainbow7101

A INTZ agora enfrenta a Supermassive às 6 horas do dia 26, e a Team Liquid às 7 horas do dia 28.

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Worlds 2020 | Em série sonolenta, Suning surpreende e vence Top Esports

Em partidas de qualidade duvidosa, Suning despacha a favorita TES e se classifica para final.

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Ontem tivemos a primeira série das Semi Finais do Worlds 2020, onde a DAMWON Gaming despachou com certa tranquilidade a equipe da G2, se classificando para a grande final. Dessa forma, a segunda série e penúltima partida do Worlds ficou para ser decidida entre Suning e Top Esports, as duas representantes chinesas restantes na competição.

A Top Esports sem dúvida era a favorita absoluta para o confronto, tendo sido campeã da LPL e vencido os confrontos diretos que teve contra a Suning ao longo do split. Ainda assim, a Suning fez um mundial bastante sólido, e teve mais facilidade que a sua rival para se classificar para as semi finais.

Dentro de jogo, parecia que na China também era 7 horas da manhã, então tivemos 2 primeiras partidas bastante lentas e sem graça, a terceira partida mediana, e um último jogo mais interessante. Surpreendendo a todos, a Suning se mostrou superior a Top Esports, que contou com atuações abaixo da média por parte de Knight e JackeyLove, pela primeira vez no ano e emplacando um 3×1 com tranquilidade.

Confia abaixo como foram as partidas:

Jogo 1: Vitória da Suning
SN: Rakan – Ezreral – Azir – Lee Sin – Wukong
TES: Pantheon – Jhin – Orianna – Sett – Jayce
MVP da partida: Bin – Wukong (5/1/4)

O Jogo começou bastante lento, e o primeiro abate só foi acontecer aos 8 minutos de jogo com Sofm gankando a top lane e dando uma kill para Bin. A equipe da TES respondeu com Karsa devolvendo o gank e a kill para seu top laner. Ao mesmo tempo, no bot, a equipe da Suning tentava um dive e via um desastre acontecer dando duas kills para Jackeylove.
A equipe da TES viu a bot lane como uma condição de vitória e deu mais recursos para seu adc, usando o arauto e dando uma torre inteira de barricadas para ele, abrindo espaço também para a equipe conseguir seu segundo dragão na partida.
Se a TES jogava pelo bot, a Suning jogava pelo top, buscando dar kills e abrir espaço para Bin conseguir uma torre também.
A Top Esports aproveitava a necessidade de crescimento dos carregadores da Suning para controlar o mapa e garantir objetivos neutros.
Com o quarto dragão da alma, a equipe da Suning se viu obrigada a lutar e buscou dominar pit. A movimentação da equipe deu certo, e, melhor posicionada para o objetivo, conseguiram impedir a alma adversária, coletar dois abates e partir para o Barão, mudando a cara da partida.
Com o bônus, a Suning conseguiu desafogar um pouco o mapa, mas a equipe da Top Esports se defendeu com muita qualidade e não deixou os adversários levarem nem uma t2.
Com o dragão renascendo, a Suning buscou repetir o feito anterior, e mais uma vez garantiu o objetivo, mas além disso, dessa vez a equipe usou a força do seus picks para conseguir buscar e derrubar os jogadores adversários, garantir o Ace e marchar para a base adversária, ganhando a primeira partida da série.

Jogo 2: Vitória da Top Esports
SN: Bardo – Jhin – Zoe – Kindred – Ornn
TES: Leona – Ezreal – Orianna – Lee Sin – Gangplank
MVP da partida: 369 – Gangplank (5/1/4)

A segunda partida começou com bastante ação na bot lane e nenhum abate.
Porém o que se seguiu foi um jogo morno com cara de primeira partida até mais que jogo 1, no qual os times não se arriscavam muito em criar jogadas de abate e trocavam objetivos neutros.
O primeiro abate só saiu aos 13 minutos, quando Karsa tentou iniciar com tudo chutando SofM para o meio de seu time. O caçador da Suning conseguiu usar o refúgio da ovelha para se salvar e, na devolução, Angel usou a estrela desviada para explodir Karsa. Com o abate, a equipe da SN viu espaço para garantir seu segundo dragão na partida.
A primeira grande luta explodiu logo depois a Suning garantir seu terceiro dragão na partida, ficando 2 abates para cada lado.
Novamente, algo só foi acontecer no Rift quando o quarto dragão nasceu. Dessa vez,, precisando impedir a alma adversária, a TES se organizou melhor no em volta do rift e garantiu o objetivo, e com emocionada de JackeyLove, tivemos mais um abate para cada lado.
Pouco tempo depois, a TES conseguiu um pick off em cima de Angel enquanto se organizava em volta do pit do barão, e já emendou o bônus na seguida, ficando com muita vantagem.
A partida era muito técnica, tão técnica que ficava até chato de assistir.
Com um pick off em cima de SoftM, a Top conseguiu garantir mais abates, avançar pelo mid e empatar a série.

Jogo 3: Vitória da Suning
SN: Leona – Ezreal – Orianna – Shen – Jax
TES: Lux – Caitlyn – Ekko – Lee Sin – Renekton
MVP da partida: Bin – Jax (3/0/7)

Em um jogo com o início mais animado que as duas partidas anteriores, o first blood saiu no 2v2 da bot lane, com Huanfeng abatendo JackeyLove e sendo abatido na sequência pelo Yuyanjia.
Em seguida, tivemos no topo um 2v2 com dive da Suning, que o executando muito bem garantiu mais 2 abates.
A Suning ia jogando melhor e conseguindo abates em diversos locais no mapa, enquanto a TES garantia o primeiro dragão.
A primeira luta ocorreu em disputa pelo arauto. A Suning garantiu o objetivo e eliminou 2 adversários enquanto perdeu apenas um membro.
A Top Esports só conseguiu achar algo no mapa quando o segunda dragão nascia. Mandando os 5 jogadores para a bot lane, a equipe conseguiu dois abates num 5×3 e garantiu o bônus. Com pick offs, a TES ia se recuperando na partida e diminuindo a diferença de ouro.
As equipes iam crescendo, e a monotonia voltava a aparecer na série sem nenhum time puxar demais o gatilho, sabendo que um passo em falso poderia dar o jogo para o adversário.
E quando a TES tentou puxar o gatilho, o que vimos foi justamente uma perseguição longa demais atrás de Bin para a equipe tentar conseguir o dragão, mas Karsa foi muito mal e acabou abatido. Na sequência A Suning pegou mais abates, a alma do oceano e o barão.
Com o bônus, a equipe invadiu a base adversária e garantiu o 2×1.

Jogo 4: Vitória da Suning
SN: Leona – Ezreal – Akali – Jarvan IV – Jax
TES: Tahn Kench – Ashe – Orianna – Graves – Ornn
MVP da partida: Angel – Akali (8/1/8)

Com 3 minutos de partida já tivemos confusão na bot lane, com gank, resposta, teleportes, e 3 abates para Suning e apenas 1 para a TES.
Apesar disso, a prioridade do bot era da Top Esports, dando o espaço que Karsa precisava para fazer tanto o primeiro dragão, como posteriormente o segundo.
As equipes criavam boas jogadas pelo mapa, conseguindo alguns abates, assim como se defendiam bem evitando outros.
As primeiras torres do jogo ficaram com a equipe da Suning, que derrubou tanto a T1 do mid quanto do bot quase que simultaneamente.
Enquanto a TES dominava os dragões, a SN ficava com as torres. E dessa forma, o dragão da alma nasceu com a equipe da TES tendo poucas torres para lhe dar cover perto do covil do dragão.
Quando a luta explodiu, de forma completamente bagunçada, Angel e Bin apareceram muito bem, garantindo um Ace e o dragão para a Suning e perdendo apenas dois jogadores.
A equipe da TES não gostou do que viu e decidiu revidar pouco tempo depois conseguindo um pick off em Huanfeng e tentando emendar o barão. Com o sacrifício de Swordart, a Suning conseguiu parar o objetivo e impedir a chance de reação dos adversários.
Com um novo dragão de alma nascendo, as equipes lutaram mais uma vez, e mais uma vez a Suning saiu vencedora da team fight, garantindo seu segundo dragão no jogo. As lutas sempre tinham um roteiro, o Jarvan escolhia um alvo para prender, e a Akali e Jax explodiam o alvo escolhido.
Com a vantagem a Suning partiu para o barão. A equipe da TES tentou descontar e conseguir algo, mas tudo que tiveram foi um abate em cima de SwordArt.
A equipe da TES mandava seus 5 jogadores para tentar conseguir pick offs, e nesse processo deixava sua base livre para o resto do time da SN pegar torres e inibidores.
Com o nascimento do dragão que poderia ser a alma para ambas as equipes, uma nova luta explodiu, e com Knight errando mais uma onda de choque, a Suning garantiu o Ace perdendo apenas um membro, vencendo a série e se classificando pra final.

O Worlds volta agora no dia 31 de Outubro às 7h00 para a grande final entre DAMWON Gaming e Suning.

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Call of Duty

Opinião: Meu presente de aniversário para o Modern Warfare

Jogo completa um ano de seu lançamento oficial neste domingo (25).

Kezia KA

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A disrupção de Call of Duty Modern Warfare chegou ao meu conhecimento em dezembro de 2019 quando teve seu anúncio veiculado em Call of Duty: Mobile, jogo no qual eu estava ligeiramente viciada. 

Call of Duty: Mobile tinha sido lançado um pouco mais cedo naquele outubro e eu havia jogado desde a beta. O porquê? Porque eu achei o jogo bonito e além do mais ele era extremamente prático, com modos rápidos, desafios divertidos e recompensas valiosas.

Os gráficos e a engine estavam a frente do que se tinha no mercado na época e eu, que sempre gostei de jogos bonitos, me vi ansiosa com o próximo passo. Apesar das imensas atualizações na temporada 2, faltava algo ao meu ver. E esse algo chegou em dezembro daquele ano, dentro do CoDM quando vi o anúncio da temporada 1 de Call of Duty: Modern Warfare. 

Meu principal problema com o jogo mobile era o modo Battle Royale. De acordo com as minhas expectativas, não haviam grandes atualizações ou melhorias, e eu acabava jogando o mesmo estilo de jogo sempre. Call of Duty: Mobile apenas ganhou um novo mapa de BR na sua temporada 11, com a chegada de Alcatraz. Antes disso, apenas a expansão do mapa clássico Isolated com novas áreas.

Meu marido, que sofria do mesmo vazio, havia compartilhado um um rumor que o Modern Warfare poderia ganhar um Battle Royale no futuro, e isso foi o fator decisivo para comprarmos o título.

Hoje, com o lançamento do Call of Duty: Black Ops Cold War – jogo que participei da Alpha e Beta –  consigo ver claramente o que me encantou no Call of Duty: Modern Warfare e me faz sentir saudades da sua era, mesmo antes dela acabar.

Gráficos e Engine: Apesar de ter conhecido a franquia em 2013, Call of Duty nunca fez meus olhos brilharem. No MW, o visual das partidas, em adição aos elementos de movimento da engine, fazem parecer que aquilo acabou de ser transmitido via gopro no capacete de algum agente especial que vemos em filmes. É realista. É moderno. É o que o jogo se propôs a fazer: Uma guerra moderna.

Transações: Apesar de ser um jogo pago, o Modern Warfare tinha transações mais justas, ao meu ver,  em comparação ao jogo mobile da franquia. Sei que não é algo passível de uma comparação detalhada, mas como consumidora, senti meu dinheiro sendo mais valorizado dentro do MW, com bundles e o sistema de passe de batalha.

Impossível falar de Modern Warfare e não falar de Warzone, o battle royale grátis da franquia. Uma inovação no mercado, com suas armaduras, gulag, loadouts, sistema de compra e contratos. Warzone não achou um lugar dentro do mercado de BRs, ele criou seu lugar, que rapidamente foi consolidado por uma base de players que só cresce, são mais de 75 milhões hoje.

O que eu quero dizer é que, mais do que um jogo com gráficos bonitos, Call of Duty Modern Warfare foi a porta de entrada para toda uma nova geração de jogadores, que me inclui. Eu e vários tantos outros velhos amigos e novos amigos feitos por causa do jogo. E sim, apesar do Warzone ter números incríveis, o Modern Warfare tem seu mérito, pois:

  • Ele foi o multiplayer de Call of Duty mais jogado nos primeiros 50 dias desde o lançamento em seis anos;
  • Em Novembro de 2019, Modern Warfare se tornou o jogo mais vendido de 2019 nos EUA;
  • Ainda em novembro de 2019, alcançou $ 1 bilhão na venda por distribuidores em todo o mundo;
  • 500 milhões de horas de multiplayer jogadas nos primeiros 50 dias.

Modern Warfare não é perfeito, mas foi o respiro de modernidade – não apenas no nome –  que a franquia estava precisando em um mercado que está fervendo, principalmente em 2020. Vemos que os títulos que não conseguem se reinventar ficam limitados a sua base fiel de jogadores, o que não é ruim, é uma forma de conduzir as coisas, mas é algo que a maioria das empresas não quer. Afinal de contas, existe todo um interesse financeiro para que o jogo alcance um mercado mais abrangente. 

Modern Warfare é um jogo plural, que pode não agradar totalmente sua fanbase, mas que te recompensa com a progressão e evolução. Eu comecei a jogar sem conseguir chamar um personal radar por meses e hoje, não pego nukes, mas fico muito feliz quando consigo alcançar uma série de pontuação para o joggournout. Essa história se repete com outras tantas pessoas que começaram a jogar Call of Duty a partir de 2020. Não pode ser a toa que o projeto de um Battle Royale grátis tenha sido lançado durante a vida útil  deste título. 

As vezes é difícil analisar tudo isso sob um aspecto de quem começou a acompanhar a franquia apenas em 2019, sem as referências dos outros títulos, e é exatamente este meu presente ao Modern Warfare, a minha história.

Como comunicadora, acredito que o feedback é algo extremamente importante para uma relação saudável e é isso que eu tenho a oferecer em retorno às várias horas de entretenimento no Modern Warfare: A história da minha jornada do consumidor

Feliz aniversário, MW. 

Parabéns pelo ótimo ano e vida longa ao Warzone.

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LoL | Bjergsen anuncia aposentadoria

Bjergsen, após 9 anos de carreira e 7 anos de TSM, se aposenta como jogador e vira técnico da equipe.

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Bjergsen

Bjergsen, um dos principais jogadores do cenários internacional de LoL e da história da Team SoloMid, anuncia neste sábado (24), sua aposentadoria após 9 anos de carreira.

É isso mesmo que você leu. A partir do ano que vem, o “Bjerfeson” não pisará mais competitivamente em summoner ‘s rift. Pelo menos não como jogador profissional. Agora, o ex-jogador assume a função de técnico principal da equipe.

O anúncio foi feito em um vídeo de 4:41 de duração, no qual o jogador conta um pouco sobre sua história no jogo e o que esses anos de carreira significaram para ele.

O jogador comenta sobre ser muito grato a tudo que o League of Legends proporcionou a ele, e que quando começou a jogar era um garoto depressivo, e que o jogo era um escape das coisas difíceis pelas quais estava passando na escola, e que a pessoa que se tornou hoje é graças a esse emprego.

Bjergsen ainda comenta que essa era uma decisão na qual ele já estava pensando há muito tempo, principalmente ao longo desse ano, e que não estava relacionada com o desempenho da equipe no mundial, no qual a TSM se despediu sem conseguir vitórias.

Ao longo do vídeo, ele comenta que sendo um jogador em posição de liderança, ele já fazia o trabalho similar ao de um técnico enquanto jogava, então esse já era um projeto paralelo que ele tinha, e que não é como se ele tivesse se aposentado, e sim mudado de posição dentro da equipe.

Bjergsen começou sua carreira na Europa em 2012 na equipe do Western Wolves, equipe pela qual ficou apenas 1 mês e 18 dias antes de ir para a Team-LDLC, time que ficou por tempo similar. Após isso, o jogador foi para a Copenhagen Wolves, ficando por cerca de 6 meses e 13 dias. Por fim, antes de encerrar sua passagem na Europa, o jogador foi para a Ninja in Pyjamas, time pelo qual ficou por mais 5 meses e 11 dias.

O jogador então foi para o NA disputar a LCS e jogar pela Team SoloMid, passando a ser jogador da equipe em Novembro de 2013, se tornando então O Bjergsen da TSM, conquistando 6 títulos da LCS, participando 5 vezes do Worlds e 2 vezes do Mid Season Invitational.

Bjergsen, após 9 anos de carreira e 7 anos de Team SoloMid, se aposenta como jogador e vira técnico da equipe.

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