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Livros

Amazon na Bienal: site traz Kindle gigante para público tirar foto embaixo d’água

E-commerce oferece R$ 100 de desconto em qualquer Kindle e 3 meses gratuitos no Kindle Unlimited.

Rodrigo Roddick

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Em toda Bienal que acontece no Rio de Janeiro, o público está acostumado a encontrar a Amazon no Pavilhão Verde e esse ano não vai ser diferente. Ela vai estar na Avenida Principal do pavilhão no estande P20. Além dos descontos, os leitores terão a oportunidade de passar por uma experiência inesquecível, pois desta vez o estande vai trazer um Kindle Paperwhite gigante que simula estar embaixo d’água, onde as pessoas poderão tirar foto lá dentro. 

Como esperado, todos os dispositivos Kindle comprados no evento contarão com um desconto especial de R$ 100, sendo assim os valores ficarão a partir de R$ 249. E quem adquiri-lo vai descolar uma ecobag temática do calçadão de Copacabana. Ainda, os novos assinantes do Kindle Unlimited serão contemplados com 3 meses de graça para experimentar a plataforma, que dá acesso a mais de 1 milhão de e-books. Caso os clientes queiram continuar com o plano, eles pagarão o valor de R$ 19,90 a partir do quarto mês, do contrário poderão cancelar sem ônus algum.

O plano contém livros famosos como Harry Potter, Elantris, Mistborn, Guerra Civil, Wayne de Gotham, Os Últimos Dias de Krypton, Os Sete, The Walking Dead, além de inúmeros livros de autores nacionais que cadastraram suas obras através do KDP (Kindle Direct Publishing).

Para os escritores, o site pensou em uma programação visando tanto o conteúdo literário como o perfil profissional, levando em consideração os prêmios e as novas plataformas literárias. Os eventos contarão com nomes influentes da literatura nacional como André Vianco, Marcos DeBrito e Eliana Cardoso, a vencedora da 3ª edição do Prêmio Kindle de Literatura.

A Amazon ainda vai disponibilizar consultoria de 30 minutos para os escritores tirarem suas dúvidas e autopublicar um livro através do KDP no próprio evento! Os interessados terão apenas que agendar um horário através do link: bit.ly/kdpnabienal e levar seus arquivos (capa e miolo) em um pendrive. Com estes arquivos em mãos, o autor receberá orientações de como publicar o livro através da plataforma.

Programação Kindle Direct Publishing

30/08 – Sexta-feira

  • 11h – Gêneros Literários: oportunidades no mercado editorial
  • Com Suzana Vargas, professora do Instituto Estação das Letras
  • 14h – Bate-papo com autores KDP: tudo o que você gostaria de saber
  • Com Mônica Cristina, Cláudia Pereira, Lexi C. Foss e Danielle Viegas Martins
  • 17h – Prêmio Kindle de Literatura
  • Com Gisele Mirabai, vencedora da 1ª edição do Prêmio Kindle de Literatura, J.L. Amaral, finalista da 2ª edição, e N.R. Melo, finalista da 3ª edição

31/08 – Sábado

  • 11h – Autopublicação de quadrinhos: quais as diferenças e como otimizar? – Com Cassius Medauar, Cristina Pezel e Luciano Freitas
  • 14h – Seu livro pode virar filme – Com Marcos DeBrito e Nana Pauvolih
  • 16h – Autopublicadas e empoderadas – Com Bya Campista, Kacau Tiamo e Janice Diniz
  • 18h – Crowdfunding na autopublicação – Com Lola Salgado e Raíssa Pena (Catarse), e mediação de Leonardo Neto (PublishNews)

01/09 – Domingo

  • 11h – Como estudar melhor com as ferramentas certas – Com Eduardo Valladares
  • 14h – Autopublicação e jornalismo literário – Com Eduardo Gayer e Raphael Gomide
  • 16h – Do digital para o impresso: adaptação e diferenças – Com A.C. Meyer, Anne Marck, JC Ponzi e Lucy Dib
  • 18h – Criando seu Próprio Mundo: Escrita e Publicação de Fantasia – Com Diogo Andrade, Diogo Ramos e Mari Scotti

02/09 – Segunda-feira

  • 11h – Dicas para vender seu livro físico pelo KDP – Com Laura Grossmann
  • 17h – Autor independente: como construir sua carreira do zero – Com Bruno Crispim e Juliana Dantas

03/09 – Terça-feira

  • 11h – Bate-papo com autores KDP: tudo o que você gostaria de saber – Com Agatha Santos, Alessa Ablle, Eduarda Gomes, Lily Freitas e T. M. Kechichian
  • 17h – Como publicar seu livro na Amazon – Com Laura Grossmann

04/09 – Quarta-feira

  • 11h – Dicas para autores – Com Juliana Dantas
  • 17h – Profissão: produtor de conteúdo – Com Isabella Lubrano (Canal Ler Antes de Morrer) e Janda Montenegro (Canal Cabine Secreta)

05/09 – Quinta-feira

  • 14h – Oportunidades para o autor nacional e autopublicado – Com Alessandra Ruiz (Authoria Agência Literária) e Pedro Almeida (Faro Editorial)
  • 17h – Sucesso na autopublicação: como manter a paixão dos fãs pelas suas histórias – Com Clara Savelli e Mila Wander

6/09 – Sexta-feira

  • 11h – O melhor começo de história: como construir inícios que prendem os leitores – Com Fábio M. Barreto (Podcast Gente que Escreve)
  • 14h – Prêmio Kindle Literatura – Com Eliana Cardoso, vencedora da 3ª edição do Prêmio Kindle de Literatura e Janaína Senna (Nova Fronteira)
  • 16h – Storytelling: como contar uma história que prenda o leitor – Com André Vianco
  • 18h – Escrevendo um livro premiado – Com Aline Bei, José Almeida Júnior e Marcelo Maluf

07/09 – Sábado

  • 11h – O que faz um coaching literário? – Com Felipe Colbert (agente literário) e Lilian Cardoso (LC Agência de Comunicação)
  • 14h – Romance de época em tempos digitais – Com Jhonatas Nilson, Jéssica Macedo, Paola Aleksandra, e Roxane Norris
  • 16h – Literatura jovem: como superar os preconceitos e atingir um dos principais públicos leitores – Com Aimee Oliveira, Frini Georgakopoulos, Larissa Siriani, e Vitor Martins, com mediação de Tatiany Leite (Canal Vá Ler um Livro)
  • 18h – Escrevendo contos: o processo de criação com autores da Coleção Identidade – Com Carlos Eduardo Pereira, Luize Valente e Maria Clara Mattos

08/09 – Domingo

  • 11h – Divulgando seu livro de autopublicação – Com FML Pepper e Míddian Meireles
  • 14h – Conteúdo digital: como e quando o autor deve fazer – Com Augusto Assis e Tatiany Leite (Canal Vá ler um livro)
  • 16h – O sucesso dos eróticos é para sempre? – Com J. Marquesi e Katherine Laccom’t, S. Miller, Tatiana Amaral
  • 18h – Bate-papo com autores KDP: tudo o que você gostaria de saber – Com Catia Mourão, Cinthia Freire, Flávia Cunha, Evy Maciel, Nana Simons e Renata R. Corrêa

A Bienal do Rio começa hoje às 9 horas e vai até às 22h de 8 de setembro, domingo. Confira a programação oficial no site do evento e divirta-se!

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Livros

Carnaval fantástico | Desfile de escola de samba pode ser um livro aberto?

Desfiles carnavalescos são histórias contadas em ritmo de samba.

Rodrigo Roddick

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Chegou! Nesta sexta-feira (21) começa oficialmente o carnaval, mas muitas pessoas já vêm aproveitando os bloquinhos e festas pré-carnavais para garantir a animação no dia. Porém carnaval não é apenas diversão, mas também história.

Os carnavais têm contado com os super criativos desfiles de escolas de samba desde 1920. É claro que o brilho, as fantasias e o glamour dos corpos torneados chamam bastante atenção para lotar as arquibancadas dos sambódromos. Até gringo vem para o Brasil querendo participar dessa festa colorida que só existe aqui. Mas o que torna tudo isso possível é a estrutura de uma história que a escola narra durante os minutos em que atravessa a Marquês de Sapucaí (no caso do Rio de Janeiro).

O desfile é como um livro aberto. Toda a história é contada de forma ilustrada e presenteia os foliões não apenas com muito samba, mas com o maior prêmio que uma pessoa pode receber: conhecimento. O mesmo que o livro faz com leitor.

Fonte: reprodução/TV Globo

Enredo, samba-enredo x premissa

Capa do CD com os sambas-enredo das escolas do grupo especial | Fonte: reprodução/Uol

A estrutura de um desfile compreende alguns elementos que todos nós já conhecemos. Exemplos disso são o enredo e o samba-enredo que assumem o caráter da premissa de uma história. Durante uma narrativa, todos os capítulos são permeados pela ideia central que é a razão de existir daquela história. O samba-enredo é exatamente isso, a diferença é que é cantado. Uma maneira divertida de ficar o tempo inteiro martelando na cabeça dos foliões “estamos falando sobre isso nesse desfile”.

Comissão de frente x capa e prólogo

Comissão de frente da G.R.E.S. Mangueira | Fonte: reprodução/RioCarnaval.org

A comissão de frente tem o papel de apresentar a escola e o tema abordado no desfile. Ela é formada por artistas que muitas vezes interpretam um esquete, porém dentro do contexto carnavalesco. É assim um prólogo, a capa e o título. Em um livro, eles têm a função de introduzir o espectador na história e de apresentar o conteúdo que vai ser tratado durante toda a narrativa, bem como o tom da linguagem.

Alas x capítulos

Fonte: reprodução/RioCarnaval.org

Esse quesito é bem mais fácil de observar. O que seriam as alas senão a perfeita demonstração ilustrada de um capítulo de livro? Muitas pessoas observam que as alas contam histórias, mas poucas acham que é só para formar um tapete visual. Não. Os cem componentes de uma ala são como cada palavra selecionada rigorosamente para formar um capítulo.

Carros alegóricos x imagens

Fonte: reprodução/RioCarnaval.org

Com certeza se o desfile fosse um livro, os carros alegóricos seriam as imagens que por vezes aparecem ao longo da história. Tal como no desfile, as ilustrações carregam o poder de sintetizar toda uma explicação escrita em elementos visuais.

Mestre-sala e porta-bandeira x personagens

Fonte: reprodução/RioCarnaval.org

E por fim temos aqueles que movimentam a história. Não apenas os mestres-salas e as portas-bandeiras são as personagens do desfile, como também alguns destaques de alegorias e as personalidades que vêm na comissão de frente. Não é preciso dizer que eles incorporam a personagem da história que o desfile está contando, assim como em um livro.

Há muitos elementos específicos que compõem o deslumbrante show que é um desfile de escola de samba, assim como há muitas características particulares que envolvem a narração de um livro, contudo…

História é história e, por isso, apresenta similaridades independente do formato em que esta sendo narrada, seja ele filme, série, música, texto, peça teatral ou desfile.

Fonte: CamaroteCarnaval.com, Brasil Escola e RioCarnaval.org

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Resenha

Resenha | O Enigma de Outro Mundo

Novela investiga a existência de extraterrestres entre nós e prospecta teorias sobre a existência humana.

Rodrigo Roddick

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Existe vida fora da terra? Se sim, é amistosa ou hostil? Essas perguntas já foram feitas diversas vezes em diferentes momentos históricos. Muitas pessoas acreditam em alienígenas. Inclusive há uma ciência dedicada a desvendar os mistérios além da Terra. Há teorias que até apontam que os antigos egípcios foram visitados por seres extraterrestres. Contribuindo para este tema, O Enigma de Outro Mundo ainda suscita outra questão: já não estariam os aliens entre nós?

Apesar desta interrogação já ter se desenhada na cabeça de muitas pessoas, o livro apresenta a tentativa humana de identificar os extraterrestres, presumindo que eles consigam se passar por um humano, assim se camuflando entre nós.

O Enigma de Outro Mundo é uma história criada por John W. Campbell que inspirou o filme homônimo em 1982 e várias outras obras cinematográficas com nomes diferentes. Agora a obra foi traduzida e impressa pela primeira vez através da editora Diário Macabro. O excelente projeto gráfico é evidente logo na capa dura, com ilustração bem feita e ótima organização. A diagramação não deixa a desejar.

O livro possui 164 páginas e conta a história de um grupo de pesquisadores na Antártica que se depara com uma cabeça alienígena enterrada no gelo. Ela possui a capacidade de se transformar em qualquer ser vivo. A volume ainda traz extras contendo curiosidades sobre o contexto do romance, bem como algumas ilustrações dos personagens da história.

A narrativa apresenta uma investigação científica sobre o reconhecimento de espécimes extraterrestres. Por esse motivo, a linguagem dele é técnica, ainda mais porque os personagens principais são físicos, biólogos e meteorologistas. 

Apesar de ser um pouco arrastada as partes em que eles estão conversando sobre os métodos que deveriam ou não adotar para investigar A Coisa (como é chamada a cabeça alienígena na história), é possível compreender a escolha de Campbell. A maneira científica que o livro é narrado ambientaliza o leitor, construindo uma atmosfera coerente e paralela à realidade. Há momentos, inclusive, que você acaba se convencendo que toda a história seria possível.

A despeito do tema inicial, O Enigma de Outro Mundo pretende ir muito mais fundo do que superficialmente demonstra. Ao trazer a questão sobre a dificuldade de identificar quem é alien ou não – já que os extraterrestres podem se multiplicar e se transformar em qualquer um – Campbell, na verdade, está propondo uma investigação do próprio ser humano.

O que faz de nós humanos?

Esta é a pergunta principal que várias teorias tentaram responder. Mesmo sem uma resposta absoluta, o livro nos convida a viajar para dentro de nós mesmo e nos questionarmos sobre a humanidade que nos caracteriza. Em uma das partes mais interessantes da história, o autor chega a caracterizar as células alienígenas como “egoístas” por possuir o princípio de se preservar a qualquer custo. Não seria isso muito parecido com nosso instinto de sobrevivência?

O Enigma de Outro Mundo é uma fonte de teorias. E seu fim propõe que nós, seres humanos, poderíamos ter sido uma raça desenvolvida por vidas extraterrestres. Se isso é verdade ou não, não sabemos, mas é válido para subsidiar argumentações. Afinal, especular sobre vida fora da Terra pode ser a resposta para nossa existência.

“Para além das estrelas, está a resposta. De um lugar além das estrelas, de um planeta mais quente que circula ao redor de um sol mais brilhante e mais azul, eles vieram”

O Enigma de Outro Mundo é um livro curtinho obrigatório a todos os interessados em ETs e aos fãs de ficção-científica.

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Resenha

Resenha | Wild Cards – O Começo

Contos fazem alusão aos X-men e à Liga da Justiça, bem como outros super-heróis.

Gustavo Carvalho Cardoso

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Wild Cards – O Começo foi lançado em 23 de novembro de 2010 pela Companhia das Letras e organizado por George R.R. Martin em parceria com inúmeros autores. O autor é um roteirista e escritor de ficção-científica, terror e fantasia. Sua maior criação foi a fantasia época “As Crônicas de Gelo e Fogo”.

“Jetboy é o grande herói da nação.”

A história de Wild Cards gira em torno de um ataque com um vírus biológico alienígena que altera o DNA dos afetados, transformando-os em super-heróis, os chamados Áses. Mas o vírus pode transformar em aberrações antropomórficas, os Curingas.

”Tachyon parecia um homem normal, um homem normal que saiu de uma nave alienígena”

O livro se compromete em mostrar os dramas de um Estados Unidos pós Segunda Guerra Mundial, em um universo onde a vida no espaço é existente e carrega consigo uma ameaça à nossa sobrevivência: um teste viral que promete dizimar os humanos dois anos após Hitler ser derrotado.

A história lembra muito um roteiro de histórias em quadrinhos, parodiando super-heróis conhecidos e criando uma lógica por trás de cada poder apresentado, tornando o universo apresentado mais tangível e consolidando a premissa inicial do livro.

O livro é fragmentado em contos contendo narrativas e personagens principais diferentes, fazendo o leitor percorrer cenários e situações distintas. Ele mostra os humanos se adaptando aos poderes e aprendendo a lidar consigo mesmos, abrindo portas a uma nova crise. Como conviver com seres que podem praticamente serem deuses?

É apenas uma das perguntas que o livro traz e uma das crises que gira em torno dos personagens. Trazendo referências diretas aos X-men, à Liga da Justiça e a muitos outros quadrinhos, a narrativa coloca uma curiosidade em cada página e os leitores ficam loucos para saber qual vai ser o próximo personagem a ser central na história.

Assim como em X-men, a ameaça presente nesse universo não só os Áses ou os Curingas, mas sim os próprios humanos com medo dos afetados pelo vírus. Munidos de preconceito e de misoginia, eles se sobrepõe aos Wild Cards, aplicando leis rígidas e praticamente escravizando aqueles que sofreram com a mutação. Estes sendo obrigados a servir no exército sob o pretexto de estarem honrando a nação. A verdade, porém, é que estão sendo presos por baixo dos panos.

A crítica social que o livro propõe casou muito bem com a premissa do livro, assim como as muitas referências aos universos conhecidos dos quadrinhos. A política na história foi empregada de forma impecável como uma real vilã aos interesses dos personagens. Em muitos trechos, as leis mais descriminam e matam do que auxiliam aqueles que já estão sendo caçados diariamente.

O drama e a motivação de cada personagem afetam de forma ativa o mundo à sua volta, de forma que um conto, mesmo que com relatos distintos dos outros, complementa o universo, consolidando as lendas que ali permeiam.

A única coisa que quebra um pouco o ritmo do livro são algumas poucas histórias que se arrastam sem necessidade, demorando muito para expor o personagem. Porém, não afeta em nada a qualidade da obra, vai de leitor para leitor.

Wild Cards possui um drama bastante solidificado e uma trama política baseada na da vida real, é uma obra que fortifica o cenário de heróis e vilões. É quase uma distopia alegórica.

O livro é indicado para aqueles que são fãs de quadrinhos e gostariam de ver uma história um pouco mais realista.

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