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Todos os meses são lançados milhares de jogos para as principais plataformas de games e pode ser muito difícil escolher o que jogar. De novas sequências para a geração atual passando por versões atualizadas para dispositivos mobile até chegar em remakes de clássicos de alto nível, aqui será possível conhecer os melhores títulos da primeira metade de 2020.

Animal Crossing: New Horizons

A franquia Animal Crossing da Nintendoconquistou milhões de fãs durante as últimas décadas com títulos que fazem com que os jogadores se esqueçam totalmente do mundo fora do jogo e realmente vivam uma simples vida em uma vila repleta de moradores animais fofos e coisas interessantes para fazer.

A nova sequência Animal Crossing: New Horizons oferece tudo isso e muito mais ao transportar o jogador para uma linda ilha paradisíaca onde ele pode passar seus dias perseguindo insetos, cortando madeira, arranjando e rearranjando móveis decorativos e regando flores.

Uma das melhores coisas do título é que ele estimula um ritmo lento e tranquilo na hora de jogar, uma verdadeira escapada da vida real. Isso se deve ao fato de que os dias e as estações do ano acontecem em tempo real e diariamente o jogador só consegue jogar uma ou duas horas por dia antes de ficar sem coisas novas para fazer.

Ainda assim, em todos os dias há algo incrível que faz com que ele queira voltar para jogar mais e conquistar mais coisas, como a visita inesperada de um vendedor viajante ou até mesmo a abertura de um museu, o que faz com que visitar a ilha para uma fuga diária rapidamente passe a fazer parte da rotina.

XCOM: Chimera Squad

Desenvolvida pela Firaxis Games e publicada pela 2K como uma espécie de sequência reduzida de XCOM 2XCOM: Chimera Squad mantém mais ou menos o mesmo design baseado em turnos da famosa e impiedosa série de estratégia, ao mesmo tempo em que traz mudanças que justificam a existência do título e trazem novas histórias interessantes para os fãs.

No lugar dos esquadrões agirem um após o outro, a mecânica agora é baseada em turnos de cada um deles, o que aproxima o título de clássicos como Final Fantasy Tactics.

Se engana quem pensa que isso facilita a vida do jogador, já que a personalidade e brutalidade deXCOM ainda está presente em todas as missões e mesmo com os novos heróis com habilidades especiais e aliens que os jogadores podem recrutar, o game não perdoa erros de estratégia e para vencer é preciso ser impecável.

PokerStars Casino

O aplicativo de poker daPokerStars é um velho conhecido dos entusiastas brasileiros e conquistou milhões de fãs no país com uma interface voltada para os usuários e muitas opções de modalidades.

Em 2020 a companhia se voltou para o público fã de cassinos com o seu novo lançamento mobile. Chamado de PokerStars Casino, o título foi desenvolvido com todo tipo de smartphone em mente e rapidamente ganhou o público nacional com diversas opções de jogos disponíveis.

Por meio do aplicativo os entusiastas podem encontrar todos os jogos clássicos de cassino, como roleta, máquinas caça-níqueis e blackjack em uma versão perfeitamente redimensionada para a tela dos dispositivos mobile.

É possível desde jogar apenas alguns minutos para aproveitar uma ou duas rodadas rápidas de roleta até ficar horas entretido para vencer a mesa em emocionantes partidas de blackjack.

Para completar, o título também conta com diversos eventos sazonais, o que faz com que valha a pena checar todos os dias para ver o que está acontecendo em cada um dos jogos.

Steam Product Page/Divulgação “XCOM: Chimera Squad introduz os fãs da série a uma nova forma de jogar e permite que os jogadores utilizem aliens incríveis”

Final Fantasy VII Remake

Se Final Fantasy VII definiu toda uma geração de gamers no longínquo ano de 1997, a nova versão Final Fantasy VII Remake mostra que a história do jogo resistiu ao teste do tempo e se mantém tão atual quanto na época em que foi lançada e ainda traz um visual atualizado que permite ficar ainda mais imerso que na versão original.

BagoGames/CC BY 2.0 “Final Fantasy VII Remake é o melhor exemplo atual de que remakes podem ir muito além do original”

Fazer o remake de um clássico que marcou para sempre a história e é amplamente considerado um dos melhores jogos de todos os tempos era uma tarefa arriscada que poderia alterar a percepção sobre o título original, mas a desenvolvedora Square Enix conseguiu reproduzir tudo que fazia Final Fantasy VII ser o que era e as expandiu para alcançar novas e incríveis alturas.

As lutas estão muito mais dinâmicas e movimentadas e a história, que já era excelente e foi a principal responsável por tornar o jogo o que ele é, foi expandida e está ainda mais bem desenvolvida, o que faz com que a jornada do jogador consiga ser mais espetacular que a versão original.

O único ponto negativo é que o novo tamanho massivo do jogo e a adição dos diversos novos elementos fez com que a história tivesse que ser dividida em duas partes.

A sequência ainda está sem data de lançamento e o jogo será exclusivo do Playstation 4, mas o título conta com pelo menos 25 horas de conteúdo de alto nível e a maior parte dos jogadores deve ter pelo menos 40 horas de jogo incrível pela frente.

Exploding Kittens

Não há muitos jogos em que o objetivo do jogador seja evitar que um gatinho fofo cause uma explosão gigantesca, Exploding Kittens executa essa premissa de forma genial. O game é uma mistura inteligente de estratégia e sorte, sendo uma mistura interessante e inusitada de Uno com o clássico Minesweeper.

A versão mobile captura perfeitamente o espírito do jogo de cartas original desenvolvido por Matthew Inman, famosa cartunista responsável pelo The Oatmeal, permitindo que o jogador jogue contra o computador ou contra amigos ou desconhecidos no modo multiplayer.

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Review | Monster Hunter World: Iceborne

Com batalhas incríveis, grandiosidade e epicidade são as melhores palavras para descrever o jogo.

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Antes tarde do que nunca, finalmente saiu a análise de Monster Hunter World: Iceborne pelo Cabana do Leitor! E antes de começar a falar sobre esse jogo em si, queremos agradecer à Capcom por ter nos disponibilizado a Key da versão de Steam do jogo para que essa review pudesse ser produzida. Agora, preparem-se para uma longa review, pois esse jogo merece.

Monster Hunter World  foi lançado em 28 de Janeiro de 2018 sendo considerado o jogo mais ambicioso da série até então, e cerca de 1 ano e meio depois, em 6 de Setembro de 2019 foi lançada sua DLC Iceborne. Para começar a review é bom falar sobre as novidades que a DLC trouxe ao jogo. Iceborne trouxe não apenas uma expansão da história principal, como também novas localidades, novos monstros, novos ataques para as armas disponíveis no jogo, adição da Prendedora, melhorias nos monstros já existentes, adição das armas defensoras e armaduras Guardião que basicamente são equipamentos muito poderosos disponíveis logo de cara para que você termine o jogo básico rapidamente e chegue logo à expansão, e algumas coisas mais. Em outras palavras, Iceborne é praticamente um jogo novo. É como se a Capcom tivesse lançado o jogo base e algum tempo depois pensado “espera, nós podemos fazer algo ainda melhor” e então criado a DLC. Apesar de custar um valor a mais, eu diria que é totalmente válido para aqueles que desejam obter o jogo comprá-lo junto da expansão, visto que ela melhora em muito o jogo no geral.

A saga Monster Hunter não é conhecida por suas histórias, mas isso não quer dizer que elas não existam. É necessário entender que a história é apenas um pano de fundo para justificar quem você é e o que está fazendo naquele universo. Ainda assim, MonHun World tem um enredo interessante. 

O jogo se trata da exploração do “Novo Mundo”, um novo continente além mar que ainda não havia sido explorado por falta de recursos, mas que agora, com o avanço da tecnologia naval, é possível. A primeira frota foi enviada 40 anos antes dos acontecimentos do jogo, sendo a equipe de reconhecimento que era composta por indivíduos extremamente habilidosos. A segunda frota era a equipe técnica, que tinha o compromisso de construir áreas de povoamento, de produção de equipamentos, entre outros. A terceira e a quarta frota eram compostas principalmente por cientistas e pesquisadores, que lidam com as logísticas, produção de comida e pesquisas. E por fim, a quinta frota foi a maior, composta principalmente por caçadores, incluindo o Jogador.

Quando a quinta frota está chegando no continente, embaixo do barco onde o jogador se encontra começa a se levantar um colossal Dragão Ancião, conhecido como Zorah Magdaros, destruindo a embarcação e fazendo com que seja necessário os caçadores fugirem por suas vidas. O jogador e sua Assistente conseguem fugir e chegar no Novo Mundo, chegando à cidade de Astera, onde se encontram com as outras frotas e podem começar suas missões, todas girando em torno de um objetivo em comum, decifrar os mistérios por trás da migração dos Dragões Anciões para o Novo Mundo e quais os poderes àquelas criaturas colossais possuem e como se relacionam com o ambiente ao seu redor.

Como se pode ver, o enredo do jogo é interessante, porém você não deve esperar por personagens marcantes, profundos e/ou com quem você vai criar laços. O destaque do jogo não são as pessoas. Na verdade, os NPCs nem possuem nomes próprios, no geral são conhecidos como “Capitão de X”, “Chefe do Y”, “Caçadora de Z”. Mas isso não é um demérito, e sim um recurso. Os únicos nomes que vamos ouvir ao longo da jogatina são os nomes dos monstros, portanto, não nomear as pessoas, mas sim os monstros, é uma forma de nos aproximar dos verdadeiros centros de atenção do jogo, e daqueles os quais a história vai se desenvolver e girar em volta.

Única personagem com quem talvez os jogadores criem laço é sua Assistente, e mesmo assim não espere muita coisa

Os monstros são o grande destaque da saga no geral, e World / Iceborne não ficam para trás nesse quesito. São dezenas de criaturas, variando desde pequenos animais até monstros colossais. Pra ser mais exato, o jogo base conta com 52 monstros, sendo adicionados mais 39 em Iceborne. O interessante é que cada um deles tem seu próprio comportamento no ambiente. Alguns são pacíficos e apenas fugirão quando atacados. Outros vão te ameaçar por estar invadindo seu território e, se você ficar por perto por muito tempo, se tornarão agressivos e atacarão, e por assim em diante. Monstros pequenos geralmente andam em bandos e são fáceis de se matar, sendo um problema maior apenas no caso de você ficar cercado. Monstros grandes andam sozinhos (ou acompanhados de pequenos) e são as estrelas do jogo. Os combates com monstros grandes envolvem estratégia. Cada um tem seu próprio padrão de ataque, tipo de dano, suas próprias resistências. Se você começar a atacar um monstro desesperadamente, é provável que dê errado. É necessário alguma observação, não apenas do monstro como também do cenário a sua volta, para entender como ele ataca, quais momentos é necessário se defender ou esquivar, quais as brechas para ser atacado ele possui, quais são seus pontos fracos. Atacar os pontos fracos de uma criatura podem deixar ela com uma região mais frágil, sofrendo mais dano, ou até mesmo cortar seu rabo fora. Criaturas grandiosas geralmente rendem lutas épicas, a quais retornam uma sensação de satisfação muito grande ao jogador quando vencidas. Essas lutas podem se tornar ainda mais épicas quando você está enfrentando um monstro grande e outro monstro grande entra na mesma região, fazendo com que as duas criaturas comecem a lutar entre si (geralmente rendendo cenas fantásticas de se assistir). Caçar ou capturar um monstro lhe rende pontos de pesquisa sobre ele, que servem para atualizar os dados que possui sobre o mesmo e poder melhorar suas estratégias quando for caçar a mesma espécie futuramente. Além disso, você sempre pode coletar recursos do monstros mortos, como chifres, escamas, entre outros.

Monster Hunter World bhj
Aprender sobre as criaturas envolve também saber a fisiologia delas e quais prêmios você pode conseguir.

Mas porque você voltaria a caçar um monstro que já caçou antes? Então, além da diversão, de acordo com que você vai avançando, os monstros novos vão apresentando novos desafios. Às vezes, você pode precisar de uma arma que dê um dano elemental diferente ou uma armadura resistente a um dano específico que o monstro que você vai enfrentar causa. Lembra os recursos recolhidos dos monstros? Pois bem, eles servem justamente para você poder criar esses equipamentos novos e específicos.

E após falarmos sobre os monstros, o melhor a se fazer é falar sobre os Caçadores e sobre nosso personagem. Para começar, a personalização do jogo te dá bastantes opções, de forma que até que é possível ser capaz de criar um boneco com um rosto parecido com o seu, se assim desejar. Após você personalizar seu personagem, você pode personalizar seu Amigato (Que por si só já fazem o jogo merecer um 10 de tão fofos que são), um ajudante felino que vai com você nas missões e te ajuda lutando, entregando itens, entre outros. Você é um caçador, sendo assim, você tem algumas opções de ações que pode fazer. Você pode correr, agachar, usar itens, usar sua atiradora, examinar pistas, coletar, empunhar sua arma, se defender e esquivar, montar armadilhas, além mais algumas outras coisas. Importante de se salientar: Tudo que você faz em Monster Hunter, como embainhar ou sacar a arma, usar poções, coletar recursos no chão, possui um tempo de animação que precisam ser completos para que ela ocorra. Ao tomar uma poção de vida, por exemplo, o seu personagem irá fazer a animação de beber a poção. Enquanto ele estiver bebendo a sua vida estará recuperando, mas caso você sofra um ataque que interrompa a animação, você também irá parar de recuperar vida, não usando todo o potencial do item. Isso é importante para o jogador entender que não adianta ficar junto ao monstro sempre, pois se sua vida estiver baixa, ela não vai voltar a ficar alta ao pressionar de um botão. É preciso pegar distância, e aí se curar, para poder aproveitar o máximo dos itens.

Uma das melhores coisas que o jogo faz é te dar a sensação de imersão, de você ir desde um caçador novato até se tornar experiente, e o jogo faz isso de uma maneira muito interessante. Ao você receber uma missão para caçar um determinado monstro, você deverá ir para o ambiente no qual ele se encontra, onde você terá alguns recursos a sua disposição. E a partir do momento que você chega lá, você meio que está por sua própria conta para achar seu alvo. O jogo não te fala onde encontrar ele porque esse é seu papel. Você é o caçador, você precisa achar a caça. A partir disso, você precisa começar a andar pelo mapa e procurar rastros dele (as vezes você da a sorte de dar de cara com o monstro bem cedo), que irão te guiar até achar o mesmo. Os mapas são divididos em diversas áreas pelas quais os monstros podem ficar circulando. Normalmente, a mudança de área coincide com algumas pequenas mudanças no cenário, mas sempre respeitando a estética e tema do Mapa no geral. Nesse aspecto, MonHun World apresenta avanços em relação aos títulos anteriores, pois não há a necessidade de loadings adicionais ao passar de uma área para outra. Com o passar do tempo, repetindo missões, você começa a entender que certos monstros frequentam sempre as mesmas áreas, se alimentam em determinados locais, fogem por certos caminhos, entre outros. O jogo não tem sistema de experiência ou nível, mas você começa a se sentir um caçador mais experiente quanto mais joga porque começa a entender o ambiente no qual seu personagem está inserido.

Além disso, para lutar os caçadores podem se utilizar de diversos recursos, mas o principal sem dúvida são as armas e o sistema de combate. Em MonHun, temos 14 classes de armas diferentes, todas com suas próprias características e mecânicas. Esse é um ponto importante do jogo. Não existem classes de armas melhores que as outras, existem apenas armas que o jogador pode gostar mais de utilizar e se adequarem melhor ao seu estilo de jogo. Algumas armas, como as Lâminas Duplas, possuem combos rápidos e com muitos ataques, mas causam pouco dano. Outras, como os Martelos, são lentos e tem poucos ataques, mas todos são bastante devastadores. Ainda existem as armas a distância, às quais você pode equipar diferentes tipos de munição para causar diferentes tipos de efeito nos monstros. E cada arma tem uma série de habilidades próprias que podem ser masterizadas para se utilizar todo seu potencial. Em minha jogatina, a classe de arma que gostei de usar foi a Lâmina Dínamo, que é um conjunto de espada e escudo que podem ser fundido para se tornar um machado. Algo a se considerar é que o jogador começa com uma versão básica de todas as armas, então ele pode testar a vontade no campo de treinamento ou em missões mais simples para descobrir qual se encaixa melhor com seu estilo de jogo.

Acreditem, tirando a maquiagem, esse boneco está bastante parecido comigo

Lembrando que o combate também segue a regra das animações, sempre que um movimento começa, ele precisa ser terminado, então isso quer dizer que usar um movimento lento no momento errado também abre brechas para os monstros te atacarem.

Como já comentado antes, é importante prestar atenção no cenário a sua volta e ter paciência. No ambiente existem armadilhas naturais que podem ser usadas contra os monstros, como grandes pedras que podem ser derrubadas, paredes nos quais eles podem ser empurrados, vinhas de plantas que ajudam a prendê-los, entre outros. Então muitas vezes pode ser mais interessante sentar, olhar no mapa com o filtro de “armadilhas naturais” quais opções você pode usar a seu favor, do que apenas sair correndo lunaticamente para cima da criatura. Além disso, quando as criaturas estiverem machucadas, elas tentarão fugir, nesses momentos também não há a necessidade imediata de sair perseguindo elas. Se quiser, tome o seu tempo, afie novamente a sua arma, recupere a vida, e aí vá atrás do monstro, novamente vendo se pode usar o ambiente ao seu favor, entre outros. MonHun é um jogo que recompensa você agir como um caçador experiente, e te pune por ser afobado.

Outra possibilidade legal que foi adicionada na expansão Iceborne é a Prendedora, que é um gancho que você pode usar para se prender a uma determinada parte do monstro e causa dano diretamente a ela, ou mudar a direção na qual o monstro está se movendo, e até mesmo pode ser utilizada para empurrar ele em uma direção desejada. Como tudo no jogo, precisa ser usada nos momentos certos, mas ainda assim, é bem divertido usá-la para não permitir que o monstro fuja. A prendedora é de longe um dos recursos que eu mais utilizei durante as caçadas (Inclusive de forma errada diversas vezes).

No combate nós podemos ver um dos poucos lados negativos do jogo: O sistema de câmera. Pra ser mais exato, a opção de centralizar a câmera em um monstro. Como muitas coisas acontecem na tela ao mesmo tempo, você tem a opção de utilizar a câmera fixada em um inimigo em específico, algo bastante comum em diversos jogos. Mas na maioria dos jogos, esse recurso vem acompanhado de uma “correção de mira” de forma que se você andar ou atacar, o jogo vai fazer com que o movimento do torso ou do golpe saia em direção ao foco da mira, ou seja, em direção ao monstro. Em MonHun não, o golpe será direcionado para o lado que você está correndo, fazendo com que o câmera fixa atrapalhe muito mais do que ajuda por causar um grande estranhamento e você perder visão das outras coisas que estão te cercando no ambiente. No fim, vale mais a pena jogar sem esse recurso.

Outra coisa estranha se trata da animação de se balançar em cipós. Em alguns ambiente existem cipós que podem ser utilizados para chegar de um ponto ao outro. Como o jogo não tem a ação de pular, ao chegar a um local com a opção de utilizar esse transporte, o personagem irá automaticamente pular para o mesmo, e se você tentar passar de um para o outro ele também o fará. A questão é que algumas vezes você claramente errou a direção do pulo, ou pelo menos o lugar de onde seu personagem saiu não era para alcançar o cipó, mas o jogo faz a leitura de que você queria ir para ele corrige para você… e você por um breve momento consegue ter uma visão muito estranha de seu personagem se deslocando lateralmente no ar até se agarrar no cipó desejado. Isso é feito para não diminuir a velocidade do jogo com você caindo e tendo que refazer o caminho, algo que prejudicaria o jogador, porém, ainda assim, é minimamente estranho…

Mas voltando a falar de lado positivos, os gráficos do jogo são lindíssimos. Não só os monstros e as pessoas são muito bem feitos, como os cenários são impressionantes. Astera, a cidade principal e inicial do jogo, tem um visual simplesmente incrível. A cidade basicamente é construída se utilizando dos barcos das frotas anteriores que chegaram no Novo Mundo, dando um aspecto único para o local. E nenhum ambiente fica para trás. Você pode ver a natureza tomar tudo a sua volta com detalhes vibrantes na Floresta Ancestral, e se sentir intimidado pela falta de cores sendo cercado pela morte no Vale Putrefato, um local onde o relevo é formado de ossos e carne de seres mortos.

E tudo que existe no jogo fica 10 vezes melhor quando jogado em multiplayer. Praticamente todas as missões do jogo podem ser jogadas em até 4 amigos, fazendo com que as possibilidades se tornem gigantescas. Todos podem cercar o monstro e atacar de forma massiva para causar muito dano, ou pode um jogador ficar perto segurando o dano enquanto os outros atacam de longe com armas de longo alcance. Também é possível que a equipe se posicione para impedir as rotas de fuga da criatura ou colocar armadilhas em diferentes espaços. MonHun é muito bom jogando sozinho, e se torna praticamente perfeito jogando em equipe.

Monster Hunter World: Iceborne não é um jogo que qualquer pessoa vai gostar. Ele tem um objetivo e um público definido. A questão é que ele é MUITO bom em seu objetivo, que é te fazer se sentir como um verdadeiro caçador de monstros.

Monster Hunter World: Iceborn pode ser jogado em PC, Playstation 4 e Xbox One, com preços variando entre R$69,99 e R$124,90.

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e-Sports

LoL | Yoda faz uma lista dos melhores campeões para top lane

O Streamer ainda deu dicas sobre como jogar de Darius.

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Dentre as cinco “roles” presentes em League of Legends, é seguro afirmar que a rota do topo é a que mais sofre quando se trata de Match-up. Enquanto as outras 4 “roles” normalmente são definidas pela habilidade do invocador, a top lane necessita que o jogador tenha conhecimento não só de microgerenciamento do campeão, mas também do Macrogerenciamento.

Macrogerenciamento, ou normalmente chamado apenas de Macro, se resume a capacidade do jogador de entender tudo o que acontece além das habilidades do campeão, e isso inclui controle de “wave” de tropas, momento de frisar ou fazer push na lane, momento e lugar correto para usar o teleporte, saber diferenciar se a matchup vai precisar de teleporte etc. Isso não quer dizer que outras lanes não exijam Macro por parte do jogador, porém, a top lane é a que mais se favorece disso.

Sabendo disso, o Streamer Felipe Noronha, mais conhecido como Yoda, juntamente com a nova campanha de latas temáticas de League of Legends da RedBull, fez uma lista com os melhores campeões para se jogar na top lane.

“Na rota do topo, eu acho que os melhores Campeões são aqueles que dão muito dano e aguentam muita porrada. Geralmente, eles são melees. Batem de perto. Então, elenco Irelia, Darius, Renekton, Sett, Volibear, Akali, Jayce e Vayne. São Campeões que escalam bastante, já que a lane é grande, então, vale a pena usar” foram as palavras de Yoda.

Uma das latas temáticas vem com o Campeão Darius estampado nela, e Yoda completou sua fala sobre o Darius dizendo: “Ele é um Campeão muito complexo. Você precisa ser um cara que sabe exatamente o que fazer na lane, qual minion que precisa farmar ou não, qual momento de ir para cima ou não e, principalmente, o dano que ele vai causar no cara. Tem de ter muito conhecimento do Campeão, senão, vai jogar muito mal com ele. Se só apertar R, vai perder”.

O streamer então deixou claro usando o Darius como exemplo, a necessidade de Macro para ser um bom jogador na rota do topo.

As latas da RedBull já estão disponíveis para compra no Brasil.

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Games

Valorant | Skins da Coleção EGO já estão disponíveis

O pacote inclui cinco armas, sendo elas: Ghost, Stinger, Guardian, Vandal e a Faca.

Alexia Menezes

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Nesta quinta-feira (17) as novas skins da coleção EGO foram reveladas e já estão disponíveis para compra na loja de Valorant. O pacote inclui cinco armas, sendo elas: Ghost, Stinger, Guardian, Vandal e a Faca. Além disso, é a primeira coleção que também terá cromas para a faca, spray que muda a palavra “imbatível” de idioma toda vez que usado e um chaveiro. Mas não contém nenhum tipo de efeito visual ou sonoro.

Imagem: Reprodução

A coleção EGO é da edição premium e tem custo total de 7100 Valorant Points, sendo R$ 210 reais.

Além disso, mais algumas skins de armas foram encontradas nos arquivos do jogo, com o nome de Coleção Lightning, sendo para Classic, Judge, Phanton, Odin e faca. Provavelmente, seguirão o mesmo valor.

Imagem: Reprodução

O jogo já está disponível gratuitamente para PC.

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